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Já em casa, disse que não queria ir. Ao chegar, entrámos, dissemos bom dia, coloquei a mochila no cabide, pedi um beijo, dei-lhe outro e disse-lhe até logo. Foi a despedida mais rápida até hoje. Ficou. Eu entrei no carro de lágrima no canto do olho... fiquei com a sensação de que ele ia chorar.

Não me enganei. Quando o fui buscar, disseram que chorou um bocadinho, mas depois ficou bem e esteve sempre bem.

Nunca pensei que fosse tão difícil. Pelo menos para mim estar a ser. Sim, sou uma mãe chorona e o nó na garganta teima em não desatar. Por vezes, penso se estou a fazer o correto. No fundo, sei que sim, que vai fazer-lhe bem. Mas por vezes só me apetece mantê-lo debaixo da asa.

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